Nós usamos cookies para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento.
Em decisões que afetam coletivamente o trabalho, a negociação deixa de ser uma escolha e passa a ser parte da estratégia jurídica da empresa. Entenda como seu direito de demitir pode ser afetado por uma condição legislativa.
Onde termina a amizade e começa o risco jurídico? Muitas sociedades florescem na confiança, mas naufragam na mistura entre o pessoal e o empresarial. O texto a seguir explora o momento em que a falta de fronteiras patrimoniais e a distribuição de lucros sem critérios transformam parceiros em adversários judiciais. Não é apenas sobre faturamento; é sobre como a ausência de regras claras pode tornar uma empresa refém de obrigações que não deveriam ser dela.
A ação judicial envolvendo a compra de uma mansão em São Paulo por Rafa Kalimann e Nattan trouxe visibilidade a um debate relevante no mercado imobiliário: nem toda alegação de corretagem gera direito à comissão.
A prorrogação do prazo para deliberação e pagamento de lucros e dividendos, recentemente aprovada no Senado por meio do PL nº 5.473, tem sido interpretada por muitos empresários como um alívio tributário. Essa leitura, no entanto, é incompleta, e potencialmente perigosa. Continue lendo para entender o porquê.
Reforma tributária não é uma pauta para o futuro. É uma exigência do presente. Quem não se ajusta agora, perde competitividade e passa a assumir riscos que poderiam ser evitados.
A nova regulamentação rompe com o monopólio das autoescolas, devolvendo ao candidato a autonomia sobre sua formação. Embora os exames continuem obrigatórios, a desvinculação institucional exige que o setor se reinvente. Estar atento aos reflexos jurídicos dessa mudança é fundamental para antecipar riscos e identificar novas oportunidades de mercado.